São José da Coroa Grande

Que  desce pelo litoral de Pernambuco em direção a Alagoas, sabe que o ultimo município pernambucano é São José da Coroa Grande, distante 11r quilômetros do Recife. Suas praias recebem águas calmas que formam grande bancos de areias em forma de coroa, com piscinas naturais entre os corais que embelezam a praia de areias brancas.. Daí vem o nome de Coroa Grande. Era assim  que os Caeté, tribo que ali morava antes da chegada dos portugueses com a sua cultura, chamavam: PUIRASSÚ, palavra da língua tupi que significa Coroa Grande.

O hoje município de São José da Coroa Grande pertenceu a Barreiros, de onde chegou parte de sua população inicial no ano de 1853. No início foi a pesca que atraiu os homens e mulheres caeté que ali viveram. A terra é boa para plantar a mandioca, que ainda é uma das principais culturas da região, além do plantio de bananas. Como em toda a extensão do litoral pernambucano, as árvores da floral local foram substituídas pelos coqueiros trazidos da Índia, que ainda é outra fonte da riqueza local. Claro que ainda se pode encontrar cajueiros, na região. Porém é o cultivo da banana e da cana de açúcar que fazem a principal riqueza do município. São José foi o primeiro padroeiro do lugar que ainda tem o seu nome, o denota a presença do catolicismo na formação da povo que ali vive.

O mar atraiu gente que formou vilas de pescadores. Feiras semanais animavam a população que cresceu na segunda metade do século XIX. No ano de 1901 o povoado passou a ser Distrito de Barreiros, com o nome de Cora Grande, mas em 1933 já conhecido como São José da Coroa Grande. Mas no ano de 1937, por ordenança do governo passou a usar o nome indígena de PUIRASSÚ. Na década de 1950 voltou a ter o nome modificado para São José da Coroa Grande e, em 1958 ganha autonomia municipal, desmembrado de Barreiros.Era o mês de dezembro de 1958.

Praia que recebe turistas do agreste de Pernambuco e de Alagoas, São José da Coroa Grande tem presença no imaginário daqueles que procuram belas praias para descanso. Em seu território existe as ruínas do Engenho Morin, e hoje é uma fazenda. Ali residiu durante  algum tempo, Estácio Coimbra, empresário proprietário da Usina Barreiros e que foi Governador de Pernambuco e vice-presidente da República

Sites: www.museudouna.com.br;  www.saojosedacoroagrande.pe.gov.br

Texto escrito por: Manuela Guedes Vicente e Severino Vicente da Silva

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